Tema da semana
Tragédia e solidariedade
Esta semana, na série Sagrado, as tragédias e a solidariedade humana. Quando nos deparamos com tragédias naturais, precisamos lidar com nossas próprias fraquezas. Somos pequenos e frágeis diante do poder da natureza. Mas é preciso reconstruir. De onde tiramos forças em situações tão adversas?
Confira os vídeos dessa semana
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14/10/2009
Quarta-feira
Com: Lama Padma Samten
Participação especial: Christiane Torloni
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15/10/2009
Quinta-Feira
Com: Xeique Armando Hussein Saleh
Participação especial: Stenio Garcia
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16/10/2009
Sexta-Feira
Com: Padre Antônio Manzatto
Participação especial: Tony Ramos
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19/10/2009
Segunda-Feira
Com: Pastor Israel Belo de Azevedo
Participação especial: Oscar Magrini
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20/10/2009
Terça-Feira
Com: Cesar Perri
Participação especial: Carlos Vereza
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21/10/2009
Quarta-Feira
Com: Rabino Nilton Bonder
Participação especial: Nathalia Timberg
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22/10/2009
Quinta-Feira
Com: Makota Valdina Pinto
Participação especial: Juliana Paes
Somos vulneráveis frente à força da natureza. Nas cidades atingidas, cenário de destruição: desabrigados, feridos, mortos, famílias desfeitas. Nessas horas é que se formam correntes de solidariedade. Por que apenas nestes momentos?
O poder da natureza pode ser destrutivo. Tragédias e catástrofes naturais são, na maioria das vezes, imprevisíveis e abalam toda a sociedade. As vítimas perdem familiares, amigos e bens materiais. Perplexas, elas tentam entender, justificar o que aconteceu. E ainda é preciso reconstruir. De onde tiramos forças em situações tão adversas?
Catástrofes e tragédias naturais deixam rastros de destruição. Cidades inteiras podem ser desfiguradas em poucos minutos. As vítimas dessas tragédias precisam lidar com as perdas humanas e materiais. O luto é coletivo. Que tipo de conforto as doutrinas religiosas oferecem às vítimas? E como a religião pode manter o sentimento de solidariedade aceso?
Tragédias e desastres naturais colocam a sociedade cara a cara com a dor das vítimas. Por isso, tantas manifestações de solidariedade. Pessoas que se unem para minimizar danos, numa corrente de solidariedade pela vida. E mesmo em momentos assim, de extrema fragilidade, nos surpreendemos com atitudes inaceitáveis: nem todas as doações chegam às vítimas. De que vale, então, a solidariedade sem ética?
Tragédias naturais como tornados, enchentes, terremotos estão sempre presentes nos noticiários e na vida de pessoas do mundo inteiro. A visão impactante de cenários de destruição e caos leva as pessoas a somarem forças numa corrente de solidariedade. Mas porque esperamos tanto para agir?
Catástrofes naturais, previsíveis ou não, impactam profundamente a sociedade. A visão do que resta depois da tragédia é bastante parecida em todas as cidades atingidas. Desabrigados, feridos, vidas inteiras que foram apagadas em muito pouco tempo. Nessa hora, as distâncias são encurtadas pela vontade de ajudar o outro. Mas a solidariedade humana precisa de dia e hora para se manifestar?
Cidades destruídas, paisagens modificadas, vidas perdidas. Catástrofes naturais modificam o cenário e transformam as cidades. A imagem da destruição choca a sociedade e provoca sentimentos de revolta e indignação. Voluntários se unem às autoridades para dar apoio e distri-buir donativos. Mas não deveríamos nos colocar no lugar do outro também nas pequenas tragédias cotidianas?